Plasma no campo: produtores buscam novas tecnologias para otimizar resultados na rotina rural

A tecnologia desempenha um papel importante nos recentes ganhos da produtividade agrícola. Novos produtos – alguns revolucionários – foram facilmente adotados por agricultores de todo o mundo. Segundo o autor José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho, os estudos sobre a inovação tecnológica na agricultura, especialmente os realizados no Brasil desde a década de 1960, vêm refletindo as profundas mudanças ocorridas no setor.

Para alcançar esses avanços, as empresas que abastecem os agricultores estão investindo fortemente em pesquisa e desenvolvimento. Os fabricantes de sistemas de plasma também continuam a investir no desenvolvimento de novas tecnologias para ajudar os agricultores a cortar e remover metal de forma mais produtiva.

Quer saibam ou não, a maioria dos agricultores já usa produtos feitos com plasma. As chances de seus tratores, colheitadeiras, tanques de armazenamento, cercas, enfardadeiras e arados, terem sido fabricados com a ajuda de plasma, são grandes. Edson Urtado, Gerente de distribuição da Hypertherm, empresa que é referência na fabricação de sistemas de corte a plasma, explica que o corte a plasma pode também ser aproveitado pelos agricultores na rotina do trabalho agrícola.

“Os próprios agricultores também podem obter benefícios de produtividade por meio do uso de equipamentos de corte por plasma. Alguns dos dispositivos de plasma avançados de hoje são máquinas altamente portáteis, muito poderosas e versáteis, características que as tornam perfeitas para o trabalho no campo”, afirma Edson.

A capacidade de usar plasma em qualquer metal em qualquer lugar é algo que não passou despercebido pelos agricultores. Eles geralmente usam a tecnologia para cortar metal corroído, gasto ou danificado em enfardadeiras, colheitadeiras, espalhadores e outras peças de equipamento, ou para consertar canetas, portões e cercas. O reparo de silo, mesmo quando os painéis do silo são revestidos de vidro, é outra boa aplicação para um cortador de plasma. Enquanto uma chama de oxicorte cria uma bagunça de vidro e metal, um sistema de plasma corta de forma limpa e com rapidez.

O plasma também é útil quando se trata de aplicações de semeadura de raiz para preparação de solda, ideal para os muitos trabalhos de fabricação personalizados exigidos na agricultura.

Alguns dos usos mais comuns são:

  • Manutenção de caminhões, tratores e outros veículos agrícolas
  • Fabricação e reparo de ceifeira-debulhadoras, enfardadeiras e outros equipamentos
  • Reparo e montagem de pulverizadores químicos ou de irrigação
  • Reparo e manutenção de cercas, silos e anexos
  • Remoção rápida e fácil de soldas antigas utilizando a goivagem a plasma
  • Fabricação, incluindo o corte de bordas chanfradas e perfurações para peças, suportes e nesgas de tratores
  • Finalização automatizada de borda de chapa de ângulos de chanfro em A, V, Y e K para preparação de solda

Seja na criação de aves ou gado, no cultivo de trigo ou soja, milho ou cana-de-açúcar, os agricultores buscam uma maior produtividade. Com a última geração de sistemas de plasma portáteis poderosos e versáteis, os agricultores podem tirar mais proveito de seu trabalho de corte e goivagem, em menos tempo, a um custo mais baixo do que nunca, e tornando o plasma uma verdadeira ferramenta de produtividade, não importa o que eles cultivem.

 

Sobre a Hypertherm

A Hypertherm projeta e fabrica produtos de corte industrial utilizados por empresas do mundo inteiro para construir navios, aviões e trens, estruturas em aço, equipamentos pesados, entre outras atividades. Seus produtos incluem sistemas de corte, CNCs e softwares que proporcionam níveis de desempenho e confiabilidade que resultam em maior produtividade e lucratividade para centenas de milhares de empresas. Fundada em 1968 e sediada em New Hampshire, a Hypertherm é uma empresa 100 por cento de propriedade dos seus funcionários e emprega mais de 1.800 profissionais, com operações e representações por parceiros no mundo inteiro.

Redação Nordestinos Paulistanos 

Por Daniela Blanco – Grupo Imagem