O Nordeste é multicultural são tradições que se transmite de geração em geração resguardando as raízes culturais de um povo. Muitas influências ajudam nessa mistura a musica, a dança, e os ritmos, aspectos que ajudam a compor um belo cenário.

Mazuca de Agrestina

Foto Adriano Monteiro

MAZUCA DE AGRESTINA – PERNAMBUCO
História – A dança de origem polonesa foi trazida ao Brasil pelos imigrantes como “Marzuca”, e, adotada pelos escravos, passou a ser chamada de Mazuca. A coreografia é rápida e dançada em pares, com alguns passos semelhantes à quadrilha. Em Agrestina, a tradição ficou conhecida através de D. Amara, que morreu aos 107 anos, em 2009. O grupo da cidade foi finalista do Prêmio da Música Brasileira no mesmo ano, na categoria grupo regional, ficando em segundo lugar.
Bacamarteiros
As granadeiras ou bacamartes que serviram na Guerra do Paraguai, em 1865, foram modificadas para que as armas se adaptassem ao uso dos bacamarteiros nas festas do interior de Pernambuco. “Festa Junina sem os bacamarteiros não é festa junina”.

Pífano
O pífano é um instrumento tradicional do Nordeste. Seus tocadores, na maioria, são pessoas simples que nunca fizeram aula de música transmitem a cultura do pífano pela tradição oral – tanto a confecção quanto o repertório, que em geral dispensa partitura, sendo tocado de ouvido. No Nordeste, ainda se encontram as tradicionais “bandas de pífanos”

Maracatu
O Maracatu é uma dança folclórica de origem afro-brasileira, típica do estado de Pernambuco. Surgiu em meados do século XVIII, a partir da miscigenação musical das culturas portuguesa, indígena e africana.

Caboclinhos
Caboclinhos é uma dança folclórica executada durante o Carnaval , em Pernambuco, por grupos fantasiados de índios que, com vistosos cocares, adornos de pena na cinta e nos tornozelos, colares, representam cenas de caça e combate. 
Edição: Leanderson Amorim 
Foto : Divulgação